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Antes de mais, quando se diagnostica uma Diabetes Gestacional, a grávida deve:

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Reduzir  o nível de glicose (acúcar). Como?

– Através de uma alimentação saudável (restritiva, mas tendo em consideração os gostos da grávida e o seu tipo de vida), que pode vir a ser acompanhada por administração de insulina, se for necessária.

Habitualmente a glicémia (valor da glicose medida no aparelho) normaliza após o parto.

Na Alimentação Saudável a grávida deve comer:

– regularmente, para melhorar a acção da sua própria insulina ( se for o caso), fazendo, pelo menos 6 refeições por dia (ou seja, comer em pouca quantidade, mas várias vezes ao dia);

– alimentar-se de farináceos e leguminosas: pão, batatas, arroz, grão, feijão, ervilhas ou massas nas suas refeições, nas quantidades indicadas);

– alimentar-se de alimentos ricos em fibra (legumes, hortaliças – estes alimentos atrasam a absorção dos acúcares e gorduras dos alimentos);

– reduzir os fritos e gorduras, escolhendo gorduras monoinsaturadas (azeite) e leite magro ou meio-gordo;

–  não se alimentar de doces que contêm acúcar.

Vigiar o peso porque o seu excesso pode reduzir a eficácia da insulina que a grávida produz ou que faz.

Quando aumenta de peso, é mais difícil manter o controlo da glicémia também.

Ir comparando com a curva de peso do Boletim de Saúde da Grávida (Livro Verde), com a ajuda dos profissionais de saúde.

Pela sua saúde e pela do seu bebé não fume!

Continua …

Artigo de Margarida Pereira

A diabetes melitus é uma situação patológica em que não existem quantidades suficientes de insulina ou então o organismo não é capaz de utilizar a insulina produzida pelo pâncreas.

A insulina é a hormona responsável pela entrada de glicose para o interior das células permitindo que esta seja metabolizada com consequente produção de energia.

Além do metabolismo glicídico, a insulina vai também desempenhar funções importantes no metabolismo lipídico e proteico.

A ausência da acção da insulina vai ter várias implicações metabólicas, nomeadamente o aumento da concentração da glicose no sangue (hiperglicémia).

A diabetes que ocorre na gravidez pode ser pré-existente (diabetes tipo 1 ou 2), ou pode ser diagnosticada pela primeira vez na gravidez, denominando-se Diabetes Gestacional.

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A diabetes gestacional tende a surgir depois das 20 – 24 semanas de gestação, altura em que as hormonas da gravidez aumentam a resistência à acção da insulina.

À medida que a placenta cresce, aumentam as concentrações destas hormonas e consequentemente a resistência à acção da insulina. Quando o pâncreas não consegue com sua produção adicional suplantar esta resistência surge a Diabetes Gestacional.

As mulheres com diabetes gestacional podem vir a necessitar ou não de insulina durante a gravidez estando este facto dependente do seu perfil metabólico. Actualmente com o apoio de uma equipa multidisciplinar (obstetra, endocrinologista, enfermeiros, nutricionista e assistente social) o sucesso de uma gravidez com diabetes é praticamente o mesmo de uma gravidez sem diabetes.

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Como se realiza o seu diagnóstico?

Todas as grávidas, entre a 24ª e a 28ª semana, devem fazer o rastreio para a diabetes gestacional, pois esta é mais típica nos últimos trimestres da gravidez.

O teste de rastreio consiste na ingestão de um soluto de 50 gramas de glicose em 200 ml de água, a qualquer hora do dia. Uma hora depois, colhe-se sangue venoso para determinação da glicemia plasmática. Se o valor for = 140 mg/dl (7,8 mmol/l) o rastreio é positivo sendo necessário submeter a grávida a uma prova diagnóstica confirmatória ou não, denominada PTGO (prova de tolerância à glicose oral).

As grávidas que apresentem um valor de glicemia plasmática, em jejum, = 126 mg/dl não necessitam de efectuar o teste de rastreio, sendo logo consideradas diabéticas.

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Quais os Factores de Risco que favorecem o desenvolvimento de Diabetes Gestacional?

Apesar de qualquer mulher poder vir a desenvolver diabetes gestacional existem alguns factores que aumentam o risco de tal poder vir a acontecer, nomeadamente:

– história familiar (1º grau) de diabetes;

– idade = 35 anos;

– obesidade (índice de massa corporal = 30);

– multiparidade = 4 partos, 2 ou mais abortos espontâneos, nados mortos ou morte perinatal sem causa definida;

– macrossomia fetal (= 4000 g) e diabetes gestacional na gravidez anterior.

Sempre que a grávida apresente qualquer um desses factores de risco o teste de rastreio deverá ser efectuado mais precocemente, isto é no 1º trimestre.

Artigo de Margarida Pereira e Rosa Silvestre

Continua …

Finalmente Férias …

Depois de termos recebido este prémio do Cogitare em Saúde (Muito Obrigado!)

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passamos o mesmo para outros blogs, também “frescos”, não deixando de assumir as regras:

1.º Men­ci­o­nar quem ofe­re­ceu;
2º Ofe­re­cer a oito pessoas;
3º Explicar o motivo do prémio.
Estes blogs também são frescos, no que diz respeito a muita qualidade, (não depreciando os outros blogs que também visitamos) tendo em comum, a educação, a enfermagem, a saúde e o nosso público (crianças, jovens e família):
Visitem-nos que não se irão arrepender!

Após resposta às questões (queiram desculpar as visitantes e amigas mais antigas)  colocadas  pensamos ser tempo de Entrar

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Desejamos a todas (ou a todos) a continuação de umas óptimas Férias (se for o caso),  de continuação de óptimas semanas de trabalho (se for o caso) ou ainda de continuação de óptimas semanas de lazer (se for o caso, incluindo o lazer “forçado”por doença ou outra contigência da vida).

Da Equipa do Enferm@gem Pedi@tric@

Saúde 24 e Gripe

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“A qualidade da resposta social à evolução da pandemia de gripe é um elemento essencial à mitigação, acima de tudo, dos seus efeitos no país. O seu estudo retrospectivo e a sua antecipação prospectiva pretendem contribuir para a melhoria da qualidade dessa resposta.

Observou-se nos últimos 10 dias uma inflexão significativa na resposta social à gripe pandémica, que pode atribuir-se principalmente a três factores:
– Aceleração no aumento de casos de Gripe, na sua maioria ainda “casos importados”;
– Aparecimento de uma cadeia de transmissão limitada (“cluster”) em torno de um colégio (7 casos no total);
– Conhecimento de situações adversas em casos de gripe, noticiadas a partir do Reino Unido
“.

Clique aqui para aceder ao Relatório

Blog Agir Contra a GRIPE A

Artigo de Joana Santos e Rosa Silvestre

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1. O que é o novo vírus da Gripe A(H1N1)v?
O novo vírus da Gripe A(H1N1)v, que apareceu recentemente, é um novo subtipo de vírus que afecta os seres humanos. Este novo subtipo contém genes das variantes humana, aviária e suína do vírus da Gripe e apresenta uma combinação nunca antes observada em todo o Mundo. Em contraste com o vírus típico da gripe suína, este novo vírus da Gripe A(H1N1)v é transmissível entre os seres humanos.

2. Quais os sintomas da doença pelo novo vírus da Gripe A(H1N1)v?
Os sintomas de infecção pelo novo vírus da Gripe A(H1N1)v nos seres humanos são normalmente semelhantes aos provocados pela Gripe Sazonal:
Febre
Sintomas respiratórios (tosse, nariz entupido)
Dor de garganta
Possibilidade de ocorrência de outros sintomas:
– Dores corporais ou musculares
– Dor de cabeça
– Arrepios
– Fadiga
– Vómitos ou diarreia [embora não sendo típicos na Gripe sazonal, têm sido verificados em alguns dos casos recentes de infecção pelo novo vírus da Gripe A(H1N1)v]

Em alguns casos, podem surgir complicações graves em pessoas saudáveis que tenham contraído a infecção.

3. Como se infectam as pessoas com o novo vírus da Gripe A(H1N1)v?
O modo de transmissão do novo vírus da Gripe A(H1N1)v é idêntico ao da Gripe Sazonal. O vírus transmite-se de pessoa para pessoa através de gotículas libertadas quando uma pessoa fala, tosse ou espirra. Os contactos mais próximos (a menos de 1 metro) com uma pessoa infectada podem representar, por isso, uma situação de risco. O contágio pode também verificar-se indirectamente quando há contacto com gotículas ou outras secreções do nariz e da garganta de uma pessoa infectada – por exemplo, através do contacto com maçanetas das portas, superfícies de utilização pública, etc. Os estudos demonstram que o vírus da gripe pode sobreviver durante várias horas nas superfícies e, por isso, é importante mantê-las limpas, utilizando os produtos domésticos habituais de limpeza e desinfecção.

4. Qual é o período de incubação da doença?
O período de incubação da Gripe A(H1N1)v, ou seja, o tempo que decorre entre o momento em que uma pessoa é infectada e o aparecimento dos primeiros sintomas, pode variar entre 1 e 7 dias.

5. Durante quanto tempo uma pessoa infectada pode transmitir o vírus a outras?
Os doentes podem infectar (contagiar) outras pessoas por um período até 7 dias, a que se chama período de transmissibilidade ; é, contudo, prudente considerar que um doente mantém a capacidade de infectar outras pessoas durante todo o tempo em que manifestar sintomas.

6. A doença pelo novo vírus da Gripe A(H1N1)v pode ser tratada?
O novo vírus da Gripe é sensível aos medicamentos antivirais oseltamivir e zanamivir.

7. Qual a melhor forma de evitar a disseminação do vírus, no caso de estar doente?
Limite o contacto com outras pessoas, tanto quanto possível
Mantenha-se em casa durante sete dias, ou até que os sintomas desapareçam, caso estes perdurem
Cubra a boca e o nariz quando espirrar ou tossir, usando um lenço de papel; nunca as mãos!
Utilize lenços de papel uma única vez e coloque-os de imediato no lixo
Lave frequentemente as mãos com água e sabão, em especial após tossir ou espirrar
Pode usar toalhetes descartáveis com soluções alcoólicas

8. Qual é a melhor técnica de lavagem das mãos?
Lavar as mãos frequentemente ajuda a evitar o contágio por vírus da gripe e por outros germes. Recomenda-se que use sabão e água, pelo menos durante 20 segundos. Quando tal não for possível, podem ser usados toalhetes descartáveis, soluções e gel de base alcoólica, que se adquirem nas farmácias e nos supermercados. Se utilizar um gel, esfregue as mãos até secarem e não use água.

9. Existe alguma vacina contra o vírus da Gripe A(H1N1)v?
De momento, não existe vacina que proteja as pessoas contra o novo vírus da Gripe A(H1N1)v.

10. A vacina da Gripe Sazonal é eficaz contra o novo vírus da Gripe A(H1N1)v?
Não há evidência científica, até ao momento, de que a vacina contra a Gripe Sazonal confira protecção contra a Gripe A(H1N1)v

11. O vírus da Gripe A(H1N1)v pode ser transmitido às pessoas através do consumo de carne de porco ou derivados?
Não. O vírus da Gripe A(H1N1)v não é transmitido pela ingestão de carne de porco ou derivados. Esta nova estirpe não foi, até à data, observada em animais e não há indícios de que o vírus tenha entrado na cadeia de produção. Tanto a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar, como o Centro Europeu para a Prevenção e Controlo de Doenças desconhecem qualquer evidência científica que sugira a possibilidade de transmissão do vírus por consumo de carne de porco e derivados.

12. Qual é a situação da doença na Europa e no resto do Mundo?
A situação a nível mundial está em constante evolução. Para informações mais recentes, consulte o Microsite da Gripe do sítio da Direcção-Geral da Saúde.

13. Que devo fazer para me proteger se tiver de viajar para áreas onde foram identificados casos de Gripe A(H1N1)v?
Os viajantes devem seguir as precauções gerais de higiene relativamente a infecções respiratórias se viajarem para áreas onde foram detectados casos de infecção pelo novo vírus da gripe:
Lave frequentemente as mãos com água e sabão
Evite o contacto próximo com pessoas doentes
Se estiver doente:
– Mantenha a distância de pelo menos 1 m em relação aos outros, para evitar a propagação do vírus
– Permaneça em casa, sempre que possível
– Evite multidões ou grandes aglomerados de pessoas
– Se tossir ou espirrar, proteja a boca e o nariz com um lenço de papel de utilização única ou use o antebraço e não as mãos
– Para se assoar, use lenços de papel de utilização única e coloque-os, de imediato, no lixo
– Lave as mãos com frequência

14. Que precauções devo tomar se estiver a regressar de uma área onde foram identificados casos de Gripe A(H1N1)v?
Viajantes que regressem de uma área onde foram detectados casos de infecção pelo novo vírus da Gripe devem estar particularmente atentos ao seu estado de saúde e, se experimentarem algum dos seguintes sintomas, devem contactar de imediato a Linha Saúde 24 (808 24 24 24), durante os 7 dias seguintes ao regresso:
Febre (>38ºC) e um dos seguintes sintomas:
– Sintomas respiratórios como tosse ou nariz entupido
– Dor de garganta
– Dores corporais ou musculares
– Dor de cabeça
– Fadiga
– Vómitos ou diarreia

15. Estamos perante uma nova pandemia de Gripe?
Uma pandemia de Gripe é uma epidemia à escala mundial, provocada por um novo vírus da gripe que infecta uma grande parte da população. No século XX, houve 3 pandemias deste tipo: em 1918, 1957 e 1968. Em Portugal e nos outros países da Europa foram desenvolvidos, nos anos mais recentes, esforços consideráveis de preparação para uma pandemia, tendo todos os Estados Membros da União Europeia Planos de Contingência Nacionais. Em 11 de Junho de 2009, a Organização Mundial de Saúde elevou para 6 o nível de alerta de pandemia. Esta alteração da Fase 5 para Fase 6 não está relacionada com o aumento da gravidade clínica da doença, mas sim com o crescimento do número de casos de doença e com a sua dispersão a nível mundial.

Consulte-o periodicamente e mantenha-se actualizado(a) sobre a pandemia de gripe.
Artigo de Joana Santos e Rosa Silvestre

Poema reflectido …

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Mensagem da Carolina

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Caros amigos e amigas,
Com a vossa ajuda a minha família conseguiu reunir o valor necessário para a minha terceira estadia em Cuba. Parti ontem, com a minha avó.Agradeço muito a todos os que me ajudaram e continuam a ajudar a amealhar dinheiro para os próximos ciclos.

à semelhança das duas vezes anteriores. a partir de agora existirá uma área no meu site (‘Diário de Cuba’) onde a minha família irá escrever todas as novidades.
Muito obrigada!
Carolina Lucas e Família