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Pedido de Ajuda

AJUDEM-ME

Eu sou a Andreia, tenho 22 anos, sou Educadora de Infância recém formada e moro em Lisboa (Portugal). Até há pouco tempo a minha vida decorria normalmente e feliz até que me foi detectada Leucemia do tipo Mieloide Crónica. Poderei ficar totalmente curada se receber uma transplantação de medula óssea. Constatamos que tanto os meus pais como irmã não são compatíveis para o efeito,e… como tal procuro um dador.Todos os esclarecimentos podem ser obtidos no site do

CEDACE – CENTRO DE HISTOCOMPATIBILIDADE DO SULb http://www.chsul.pt .

O meu nome é Andreia Margarida Morais e Mota.
Poderá contactar-nos através do
motaandreia@hotmail.com .
O possível dador não correrá qualquer risco.
Ficar-lhe-ei eternamente grata se me puder ajudar! Caso não seja possível, agradeço na mesma a sua atenção e desejo-lhe toda a felicidade que eu gostaria de ter. Um beijinho, Andreia
Por Favor, Não ignorem a minha mensagem. Obrigada.
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O que é a
Leucemia mielóide crónica

A leucemia mielóide crónica (mielocítica, mielogénea, granulocítica) é uma doença na qual uma célula que se encontra na medula óssea se transforma em cancerosa e produz um número elevado de granulócitos anormais (um tipo de glóbulos brancos).Esta doença afecta pessoas de qualquer idade e sexo, mas é rara em crianças menores de 10 anos.

A maioria dos granulócitos leucémicos tem origem na medula óssea, mas alguns são produzidos no baço e no fígado. Estas células podem ir desde muito imaturas a maduras, enquanto na leucemia mielóide aguda só se observam formas imaturas. Os granulócitos leucémicos tendem a eliminar as células normais da medula óssea, muitas vezes formando grandes quantidades de tecido fibroso que substitui a medula óssea normal. Durante o curso da doença, os granulócitos imaturos entram cada vez mais na circulação sanguínea e na medula óssea (fase acelerada). Durante esta fase desenvolvem-se anemia e trombocitopenia (escasso número de plaquetas) e a proporção de glóbulos brancos imaturos (blastos) aumenta bruscamente e de maneira espectacular.

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Por vezes os granulócitos leucémicos sofrem ainda mais mudanças e a doença deriva para uma crise blástica. Nessa crise, as células-mãe cancerosas começam a produzir apenas granulócitos imaturos, sinal de que a doença se agudizou. Nesse momento, os cloromas (tumores compostos por granulócitos de reprodução rápida) podem aparecer na pele, nos ossos, no cérebro e nos gânglios linfáticos.

Sintomas

Nas fases iniciais, a leucemia mielóide crónica é por vezes assintomática. Contudo, algumas pessoas ficam fatigadas e enfraquecidas, perdem o apetite, perdem peso, sofrem de febre ou suores nocturnos e também têm uma sensação de estar cheias (habitualmente causada pelo aumento de volume do baço). Os gânglios linfáticos podem hipertrofiar-se. Com o tempo, as pessoas que têm este tipo de leucemias adoecem facilmente porque a quantidade de glóbulos vermelhos e plaquetas diminui consideravelmente, ocasionando palidez, hematomas e hemorragias. A febre, o aumento de volume dos gânglios linfáticos e a formação de nódulos cutâneos com granulócitos leucémicos (cloromas) constituem sinais alarmantes.

Diagnóstico

O diagnóstico da leucemia mielóide crónica estabelece-se frequentemente por meio de uma análise de sangue simples. A análise pode revelar uma quantidade anormalmente elevada de glóbulos brancos, que oscila entre 50 000 e 1 000 000 por microlitro (a quantidade normal é menos de 11 000). Nas amostras de sangue examinadas ao microscópio, os glóbulos brancos imaturos, normalmente só presentes na medula óssea, observam-se em vários estádios de maturação (diferenciação). Também aumenta a quantidade de outros tipos de glóbulos brancos, como eosinófilos e basófilos, e podem observar-se formas imaturas de glóbulos vermelhos.

Para confirmar o diagnóstico deve recorrer-se a análises que avaliam os cromossomas ou porções de cromossomas. A análise dos cromossomas dos glóbulos brancos leucémicos quase sempre demonstra a reordenação de cromossomas. As células leucémicas têm com frequência o chamado cromossoma Filadélfia (cromossoma que contém aderida a ele uma parte específica de outro cromossoma), além de outras alterações cromossómicas.

Tratamento e prognóstico

Embora a maioria dos tratamentos não cure a doença em si, atrasa a sua progressão. Aproximadamente de 20 % a 30 % dos doentes com leucemia mielóide crónica morrem nos dois anos posteriores ao diagnóstico e aproximadamente 25 % morrem anualmente depois desse prazo.

Contudo, muitas pessoas que têm este tipo de leucemia sobrevivem 4 anos ou mais depois do diagnóstico e finalmente morrem durante a fase acelerada ou durante a crise blástica. O tratamento de uma crise blástica é semelhante ao da leucemia linfática aguda. A sobrevivência média depois de uma crise blástica é de apenas 2 meses, mas a quimioterapia ocasionalmente alarga o prazo até aos 8 ou 12 meses.

Considera-se que o tratamento foi eficaz quando se consegue reduzir a quantidade de glóbulos brancos a menos de 50 000 por microlitro. O melhor tratamento disponível na actualidade não consegue destruir todas as células leucémicas.

A única possibilidade de recuperação total é o transplante de medula óssea. (Ver secção 16, capítulo 170) O transplante de medula óssea (que deve ser de um doador com um tipo de tecido compatível, quase sempre um parente próximo) é muito eficaz durante os estádios iniciais da doença e é consideravelmente menos eficaz durante a fase acelerada ou a crise blástica. Foi recentemente demonstrado que o interferão alfa pode normalizar a medula óssea e induzir a remissão, mas ainda não se conhecem os seus benefícios a longo prazo.

A hidroxiureia, que pode ser administrada por via oral, é o medicamento quimioterápico mais usado para o tratamento desta doença. O busulfano também é útil, mas, devido aos seus efeitos tóxicos graves, utiliza-se geralmente durante períodos mais curtos do que a hidroxiureia.

Além dos medicamentos, prescreve-se uma radioterapia do baço para ajudar a reduzir o número de células leucémicas. Por vezes o baço deve ser extraído cirurgicamente (esplenectomia) para aliviar o mal-estar abdominal, aumentar o número de plaquetas e diminuir a necessidade de transfusões.

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A Equipa do Enferm@gem Pedi@tric@ deseja a todos
– amigos e visitantes – uma Feliz Páscoa!
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Abordar o tema morte na criança, por todo o significado cultural e afectivo que acarreta, é tarefa árdua, complexa e extremamente dolorosa. Usualmente tem sido proposto um modelo integral de intervenção junto à criança criticamente doente e sem possibilidades de cura (com o conhecimento científico disponível até aquela data).

Este modelo tem tido como axioma, a mudança do paradigma de “curar” para “cuidar”, deslumbrando a dignidade humana e a manutenção da qualidade de vida quando se esgotaram todas as possibilidades do tratamento e se implementaram acções paliativas.

Os cuidados paliativos na assistência à criança terminal, além da vigilância e tratamento dos sintomas (a dor em especial) têm como objectivo fundamental o conforto da criança.

Para atender às múltiplas e diversas necessidades, temos que ter em atenção que os sintomas são muitos e que mudam rapidamente;

Torna-se pois, fundamental que a família possa contar com o apoio de pessoal especializado. Nalgumas unidades de internamento, como é o caso das Unidades de Cuidados Intensivos Neonatais ou Unidades de Oncologia, direccionadas para crianças ou jovens, a morte torna-se um evento presente no dia-a-dia das enfermeiras daquelas unidades.

 

Para além das controvérsias entre morrer no hospital ou morrer em casa é necessário (re)colocar a questão em termos de condições familiares e recursos disponíveis na comunidade, tanto para minimizar as dores da criança, como para apoiar a família acerca de como viver com o stress decorrente desta situação.

Conclui-se que um modelo de cuidados paliativos, na perspectiva do apoio de uma equipa em diferentes âmbitos de intervenção: hospital, baseia-se em três focos de análise: a própria criança, a sua família e a equipe de saúde.

As experiências dos enfermeiros em relação aos cuidados a ter com a criança ou jovem e sua família nesta etapa da vida permitem identificar estratégias que viabilizam os cuidados ou os aspectos que dificultam a interacção dos mesmos com a família.

DEPARANDO-SE COM A MORTE DE UMA CRIANÇA

Actualmente os enfermeiros percepcionam que, em muitas situações, apesar de todo o investimento essencialmente tecnológico, a criança não poderá sobreviver.

Trata-se de um momento crítico, mas infelizmente corriqueiro presente nas rotinas do profissional de enfermagem. As experiências que colocam os enfermeiros diante da morte de uma criança são permeadas de muitas surpresas e dúvidas, acarretando medo e insegurança.

Rever os próprios sentimentos e o conceito de morte é a estratégia que estes profissionais utilizam, nesse momento crítico e lhes trará maior segurança no futuro.

 

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  Segundo Abílio Cardoso Teixeira(ForumEnfermagem)

Em 2004 (AZEREDO et al.) , foi realizado um estudo qualitativo, através de entrevista), junto das famílias de crianças internadas no IOP (Instituto Oncologia do Porto), que visava o impacto que o diagnóstico de uma doença patológica teria na respectiva família e quais as estratégias que a mesma utilizou para ultrapassar essa fase.

Os resultados, que foram publicados na altura, incidiam na opinião dos profissionais que lidavam com estas famílias e que constavam das seguintes premissas:

– as referências, na comunicação do diagnóstico aos pais:

…foi um grande choque!
…nem é bom lembrar!
…se me espetassem o coração, não sairia uma gota de sangue!
…perguntei logo ao Sr. Dr. o que era necessário para a minha filha recuperar a saúde….
… disse-me que eu estava maluca, que estava feita com eles (médicos)…
… a primeira reacção do meu marido foi perguntar-me porque aconteceu isto com o nosso filho!

– as referências, aquando na comunicação dos pais à criança:

…disse-lhe que tinha uma doença no sangue semelhante à anemis…
…. disse-lhe que tinha o sangue fraco…
…disse-lhe que tinha uma ferida no cérebro….
…senti-me perdida, sem saber como dizer à minha filha o que ela tinha sem a fazer sofrer…

. as referências aquando na comunicação do diagnóstico aos irmãos:

… o meu filho que nunca foi crente, refugiou-se em Deus para atenuar a sua angústia…

– as referências, aquando na comunicação da família face à criança doente:

O meu outro filho quer ficar doente para ficar comigo e com o irmão…
Sempre fomos muito chegados…ele é o bebé da família…
…a minha filha não quer ver o pai…disse mesmo à Sr.ª Enf.ª Ppara ela não o deixar entrar….diz que o pai a trata como um bebé….

A família e a Sociedade

…quando a minha filha pode regressar à escola eu fui preparar os seus amigos, dizendo-lhes que a doença não era contagiosa…
…olham-no com pena, como se não fosse uma coisa normal…como se não conhecessem a doença…
…os vizinhos, por vezes, são cruéis…quando viram o meu marido a trazer a roupa da minha filha, disseram que ele já trazia a última roupa…

A Família e o Internamento

…estou esperançada pois os médicos dizem que o tratamento da minha filha tem dado resultado…
…às vezes, no hospital somente vemos as crianças que “caem”poia as que melhoram não voltam mais…
Bibliografia: AZEREDO et al – A Família da Criança Oncológica – Testemunhos. Acta Médica Portuguesa, 2004. 17: 375-380;
In Amorim, CLovis – Ecxertos de Trabalho de Mestrado– Departamento de Psicologia (Pontificia Universidade Católica do Paraná)

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Feliz Ano de 2008!

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Ano Novo… Vidas Velhas
Com eles pintamos nossa vida
Em sumidas aguarelas
E nesse quadro pintado em nós
Na alegria de uma ilusão
Vivemos cada vez mais
Perto da nossa foz
Na esperança do grão vindouro
Procuramos num breve serão
O mapa do nosso tesouro
E atrás dessa noite final
Igual a tantas outras
Esperamos que tudo mude
E tudo fica
Tristemente igual…

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Um Feliz Natal …

A Equipa do Enferm@gem Pedi@tric@ deseja a todos(as) os(as) seus(suas) amigos(as) e visitantes:

UM FELIZ NATAL! 

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Mais um prémio …

Vindo do Enfermeiro de Anestesia recebemos um prémio interessante:

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Agradecemos desde já a lembrança que o colega teve relativamente ao nosso blog: MUITO OBRIGADO

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Assim sendo aqui vai o protocolo da coisa:

1. Este prémio deve ser atribuído aos blogs que considerem serem bons, entende-se como bom os blogs que costuma visitar regularmente e onde deixa comentários.
2. Só e somente se recebeu o “Diz que até não é um mau blog”, deve escrever um post:
– Indicando a pessoa que lhe deu o prémio com um link para o respectivo blog;
– A tag do prémio;
– As regras;
– E a indicação de outros 7 blogs para receberem o prémio.
3. Deve exibir orgulhosamente a tag do prémio no seu blog, de preferência com um link para o post em que fala dele.
4. (Opcional) Se quiser fazer publicidade ao blogger que teve a ideia de inventar este prémio, ou seja – Skynet – pode fazê-lo no post).

E as vítimas do Enferm@gem Pedi@trica são:

Enfermeiro de Anestesia

Intervenção de Enfermagem em Grupos de Ajuda Mútua

Planeamento de uma gravidez

O laboratório da grávida

Milagre de vida

O enfermeiro

O canto social

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