Como é que a globalização afecta ou promove a enfermagem portuguesa ?
A globalização trata-se de um processo de larga amplitude abarcando “nações e nacionalidades, regimes políticos e projectos nacionais, grupos e classes sociais, economias e sociedades, culturas e civilizações… desafiando práticas e ideais, situações consolidadas e interpretações sedimentadas, formas de pensamento e vôos da imaginação”(IANNY, 1997).
A globalização é marcada essencialmente pela expansão mundial das grandes corporações internacionais. A cadeia de fast food McDonalds, por exemplo, possui 18 mil restaurantes em 91 países. Essas corporações exercem um papel decisivo na economia mundial. Segundo uma pesquisa efectuada pelo Núcleo de Estudos Estratégicos da Universidade de São Paulo, Brasil, em 1994 as maiores empresas do mundo (Mitsubishi, Mitsui, Sumitomo, General Motors, Marubeni, Ford, Exxon, Nissho e Shell) obtiveram um facturamento de 1,4 trilhão de dólares.
Outro ponto fundamental neste processo são as mudanças significativas no modo de produção das mercadorias, que são ajudadas pelas facilidades na comunicação e nos transportes a nível mundial. Nesta ordem de ideias as organizações transnacionais instalam as suas fábricas em qualquer lugar do mundo onde existam as melhores vantagens fiscais, mão-de-obra e matérias-primas mais baratas. Essa tendência leva a uma transferência de empregos dos países ricos – que possuem altos salários e inúmeros benefícios – para as nações industriais emergentes, nações mais pobres, como é o caso das nações asiáticas. Actualmente, uma grande parte dos produtos não tem uma nacionalidade definida. Um automóvel de marca norte-americana pode conter peças fabricadas no Japão, ter sido projectado na Alemanha, montado em Portugal ou no Brasil e vendido no Canadá.
Revolução Tecnocientífica
A rápida evolução e a popularização das tecnologias da informação e comunicação (computadores, telefones e televisão) têm sido fundamentais para flexibilizar o comércio e as transacções financeiras entre os países. Em 1960, um cabo de telefone intercontinental facilitava a transmissão de aproximadamente 138 conversas em simultâneo. No nosso mundo globalizado, com a invenção dos cabos de fibra óptica, o número de conversas subiu para l,5 milhão. O número de usuários da Internet, rede mundial de computadores, é de cerca de 50 milhões e tende a duplicar a cada ano, o que faz dela o meio de comunicação que mais cresceu no mundo. E o maior uso dos satélites de comunicação permite que alguns canais de televisão – como as redes de notícias CNN, BBC e MTV – sejam transmitidas instantaneamente para diversos países. Tudo isso permite uma integração mundial sem precedentes.
Desemprego a nível estrutural
A crescente concorrência internacional tem obrigado as empresas a cortar custos, com o objectivo de obter preços menores e qualidade alta para os seus produtos. Nessa reestruturação estão sendo eliminados vários postos de trabalho, tendência que é chamada de desemprego a nível estrutural. Uma das causas desse desemprego é a substituição de mão de obra humana por máquinas que trabalham automáticamente. Nesta linha de acção verificamos a existência de caixas automáticas que tomam o lugar dos empregados das caixas de bancos, fábricas robotizadas dispensam operários, escritórios informatizados prescindem dactilógrafos e contabilistas.
Novos Empregos
Contudo, o fim de milhares de empregos é acompanhado pela criação de outros postos de trabalho. Novas oportunidades surgem, por exemplo, na área de informática, com o surgimento de um novo tipo de empresa, as de “inteligência intensiva”, que se diferenciam das indústrias de capital ou mão-de-obra intensivas. A IBM, por exemplo, empregava 400 mil pessoas em 1990, mas, desse total, somente 20 mil produziam máquinas. O restante estava envolvido em áreas de desenvolvimento de outros computadores – tanto em hardware como em software – gerenciamento e marketing. Mas prevê-se que esse novo mercado de trabalho dificilmente absorverá os excluídos, uma vez que os empregos emergentes exigem um alto grau de qualificação profissional e o desemprego tenderá a se concentrar nas camadas menos favorecidas da população, com baixa instrução escolar e pouca qualificação profissional.
No decorrer dos últimos trinta anos, pudemos presenciar diversas melhorias na condição de vida dos portugueses: o desaparecimento de doenças materno-infantis e a melhoria expressiva nos indicadores de mortalidade infantil. Por outro lado, também presenciamos o regresso em força de doenças que andavam esquecidas das mentes dos portugueses (por exemplo: a tuberculose). Ao mesmo tempo, fomos conhecendo a existência de doenças novas como o HIV/AIDS.
Nos dias de hoje, os avanços da ciência e as mudanças no perfil das doenças na nossa população têm-se processado a um ritmo cada vez mais acelerado. Há poucas décadas atrás, a diminuição da mortalidade por doenças infecto-contagiosas era prioritária. Actualmente, essa realidade é completamente diferente: a mortalidade por causas externas é um problema de saúde pública ao lado das decorrentes de doenças dos aparelhos circulatório e respiratório, além das neoplasias.
Nas actividades em sala de aula, como docentes de enfermagem ou como enfermeiras nos nossos contextos de trabalho, sempre reflectimos acerca da situação actual da saúde do país. Enquanto docentes discutimos “como vêem a sua inserção e actuação nesse contexto” os futuros enfermeiros?
Na maioria das vezes, eles compreendem a necessidade premente de adquirirem capacidades adequadas para lidar com os desafios de saúde nesta era da globalidade. Os alunos, e os próprios enfermeiros nos seus locais de trabalho, por sua vez, sentem falta da existência de políticas públicas claras para o novo cenário de saúde onde as violências, acidentes, complicações por obesidade ou anorexia, sedentarismo, diabetes, hipertensão e por consumo de álcool, tabaco e drogas ilícitas tem cada vez mais importância.
Como educadores de saúde nos questionamos diariamente: estaremos preparando os futuros enfermeiros para actuar num cenário em que ainda vigoram doenças do século XX numa sociedade do século XXI?
Estaremos preparando futuros enfermeiros para serem capazes de aplicar com segurança os seus conhecimentos em saúde pública?
Estaremos preparando os futuros enfermeiros para trabalhar num contexto social em que a promoção da saúde, o trabalho intersectorial, a mobilização e a participação comunitária tornam-se cada vez mais necessárias, embora cada vez mais, esse contexto seja contraditoriamente competitivo?
Temos plena consciência que não temos como prever todo o cenário da saúde pública para o século XXI, nem de garantir que os nossos futuros enfermeiros aplicarão todos os conhecimentos adquiridos, mas temos como orientá-los com duas habilidades imprescindíveis: a capacidade reflexiva e o pensamento crítico.
Como fazemos isso? São habilidades que são exercitadas dia após dia, através da participação activa em aulas expositivas, discussões em sala de aula, trabalhos científicos, pesquisas, vivências, experiências de trabalho comunitário, entre outras. É um trabalho extremamente árduo, mas que renderá frutos para uma vida inteira, pois estas habilidades os tornarão capazes de pensar e transformar a realidade de qualquer forma que a mesma se apresente, não somente na área da saúde, mas nas suas próprias vidas.
A Equipa de Enferm@gem Pedi@tric@

















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Olá linda, obrigada pela visita ao meu cantinho. Quero dar-te os parabéns, mais uma vez, pelos artigos informativos que deixas aqui. Para os profissionais da área, e não só, é uma mais valia que pode ilucidar-nos sobre os mais variadíssimos aspectos ligado ao tema da enfermagem. Um beijinho e bom domingo,
Sónia
Olá Sónia, este blog é um blog colectivo, logo não só somente eu que deixo os artigos aqui, somente sou a administradora deste blog e quando os artigos aparecem assinalados como equipa então também dou a minha contribuição.
Obrigada pela visita ao nosso cantinho.
Também recebe um beijinho e votos de um bom domingo da Equipa de Enferm@gem Pedi@trica@.
Olá, por favor vai ver o meu último post e divulga.
Obrigada e beijocas,
Sónia Pessoa
Olá,
vai ao meu cantinho… tenho GRANDES NOVIDADES!
Sónia
Excelente artigo.
Colegas.
Quando é que se constitui uma associação de enfermeiros de SIP. É talvez a única especialidade que ainda não tem uma associação. Estarei desactualizado nos meus vinte e um anos de CSP no interior?
Estou aberto a sugestões.
Gostei bastante dá matéria, inclusive foi o tema parecida do concurso da marinha brasileiro realizado no domingo passado. “O que a globalizaçao afeta no estado moderno”. Atenciosamente Márcia.
Caros Colegas Enfermeiros,
Há longa data, repetidamente reciclada, estamos todos à espera que a enfermagem tenha finalmente uma carreira digna dos profissionais de louvor a que diz respeito. Porém, há vários anos que isso nos é prometido e há outros tantos que tal é adiado. E, ao longo destes anos, enquanto este impasse se não resolve, todos vimos carreiras congeladas. Para além de já ganharmos mal relativamente ao trabalho que desenvolvemos, aos riscos que a nossa profissão acarreta e ás qualificações que possuímos, há vários anos que não há subida para ninguém! Nem sequer a licenciatura que todos foram obrigados a fazer nos serviu de nada! Dinheiro e tempo gasto na escola, para na prática se passar a receber mais 0 Euros! Fala-se actualmente que até Setembro a nova carreira de enfermagem terá que estar definida, mas sinceramente ninguém já acredita em nada. E mesmo que até Setembro seja definida uma nova carreira de enfermagem, acreditem meus amigos que será muito má, pois segundo as fontes que tenho a contraproposta apresentada pelo governo irá arruinar por completo a Enfermagem, e como sempre haverá alguém ‘que diz defender a classe de Enfermagem’ que irá mais uma vez concordar com o governo e estará pronto a assinar a nossa ’sentença de morte’.
Todavia colegas perguntam vocês: ‘Mas afinal de quem é a culpa de toda esta fraude que todos temos vivido na última década?’.
Para essa pergunta a resposta é facílima e eu próprio a tenho: ‘A CULPA é de todos nós caros colegas’! A culpa é nossa pois temo-nos deixado manipular como autênticos fantoches, temos sido vandalizados consentidamente, temos caído em todas as armadilhas e ciladas que nos têm sido montadas quer pelos sucessivos governos, quer por alguns membros de alguns Sindicatos e da Ordem dos Enfermeiros que apenas representam as respectivas fundações para beneficio próprio mesmo que para isso tenham que sacrificar toda uma profissão e toda uma classe de Enfermagem! E o que é que nós temos feito perante esta situação caros colegas? Temos ficado impávidos e serenos na esperança que um dia de manhã acordemos e todos os problemas da enfermagem tenham sido resolvidos!
Com muita pena minha, lamento dar-vos a triste noticia mas essa suposta manhã não vai chegar nunca, pois como todos já devem ter reparado, a cada dia que passa a enfermagem está cada vez mais no fundo do poço, estando a atingir um fundo tão longínquo que daqui a um pequeno nada, não existe corda nenhuma que a volte a agarrar e a trazer á tona da água.
Parem todos um minuto para pensar:
o O crescendo de escolas e vagas não parou desde o momento em que foi criada a licenciatura em Enfermagem, em 1999;
o Por ano saem das escolas de Enfermagem cerca de três mil licenciados em Enfermagem;
o Neste momento existem em Portugal cerca de três mil enfermeiros desempregados a trabalhar em lavandarias, caixas de supermercados e na construção civil, e daqueles que estão empregados muitos deles sujeitam-se a receber cerca de 500 euros mensais.
o Actualmente as escolas portuguesas de Enfermagem têm Quinze mil alunos em formação e o número de vagas de ingresso no curso continua a aumentar!
Pensem agora o que será da enfermagem daqui a uns meros cinco anos. Haverá nessa altura cerca de 15 mil enfermeiros no desemprego. E calculo que todos consigam imaginar que uma profissão com quinze mil desempregados fique automaticamente sem poder reivindicativo nenhum, pois tudo no mercado se baseia na lei da oferta e da procura. Penso também que consigam imaginar, e isto também para aqueles que já estão em topo de carreira que o seu preço hora poderá vir a baixar e poderão vir a ter que trabalhar mais e a receber bem mas bem menos. É o que acontece com as uvas na altura das vindimas que são vendidas a uma terça parte do preço do que nas restantes épocas do ano pela grande dificuldade em dar escoamento a este produto na altura da sua colheita. Portanto não pensem que isto é um problema apenas dos mais novos pois esta crise irá ser vivida por todos os profissionais de enfermagem caso não seja travada atempadamente, e atempadamente será AGORA. Mas afinal o que tem feito a nossa Ordem perante esta situação que todos conseguimos enxergar? Continua a dizer que faltam cerca de trinta mil enfermeiros em Portugal! O que têm feito os sindicatos? Distribuir papeis que publicitem trabalho do sindicato mas na prática não têm feito mais que receber as quotas mensais dos seus associados! Mas pior do que isso, o que temos feito todos nós estimados colegas? NADA, absolutamente nada! Temos todos sido uma verdadeira cambada de preguiçosos e comodistas! Enquanto conjunto e força não temos lutado rigorosamente nada pelos nossos direitos e pela nossa carreira, e isso é vergonhoso!
É por isso meus amigos que hoje vos escrevo este e-mail na esperança que todos levantem os braços e ponham mãos à obra! Recordem todos o que ainda o ano passado os nossos colegas finlandeses conseguiram graças à união:’ Dezasseis mil enfermeiros finlandeses uniram-se e ameaçaram o governo com uma demissão em massa, caso não lhes fosse conferido um aumento de ordenado de 24%. O sistema de saúde finlandês ficou assim em risco de parar completamente.
Perante isto o que pôde fazer o governo? Antes de terminar o prazo imposto pelos enfermeiros foi obrigado a ceder ás exigências impostas pela classe de enfermagem do referido país pois caso contrário o sistema de saúde entraria em rotura total.
Da mesma forma recordo-vos também o caos que ainda o mês passado o país viveu graças à pequena greve de três dias de simples camionistas! Não sei se todos estiveram nas filas intermináveis de carros juntos das gasolineiras para meterem os derradeiros litros de gasolina, depois de terem passado por algumas já fechadas por terem esgotado os combustíveis, todos devem ter reparado na corrida aos supermercados para comprar os últimos produtos das prateleiras quase vazias e da ruptura de stocks de todos os Hipers que para não alarmarem o país não deixaram os jornalistas filmar o seu interior completamente desfalcado.
Agora pensem no caos que se geraria em Portugal se todos os enfermeiros se unissem uma vez na vida e fizessem uma paralisação total. Estão todos a imaginar os serviços de urgência a rebentar pelas costuras e a prestarem apenas os cuidados mínimos emergentes? Estão a ver os blocos operatórios todos a operarem apenas as emergências apesar das intermináveis listas de espera? Estão a ver os serviços de internamento completamente atulhados, a cheirarem nauseabundamente sem poderem admitir mais doentes os quais ficariam retidos nas urgências que por sua vez ficariam imediatamente sem macas e sem espaço para mais ninguém até ao ponto que já ninguém conseguiria passar as portas da admissão para dentro? E já pensaram no protesto que a população civil faria perante o governo? O serviço Nacional de saúde entraria imediatamente em rotura, entraríamos imediatamente numa situação insuportável e incontornável, restando ao governo uma única solução, ceder a todas as exigências feitas pela Classe de Enfermagem.
Penso que agora está claro para todos que se quisermos sair da ‘arrastadeira onde nos meteram e nos defecaram em cima’ só haverá uma forma: Uma Aliança entre todos os enfermeiros fazendo uma GREVE POR TEMPO INDETERMINADO até o governo ceder à proposta que lhe for apresentada pela supracitada classe. Mas uma carreira decente para todos nós caros colegas. Eu tenho uma delineada que vos darei a conhecer futuramente caso estejam interessados em lutar ao meu lado. Uma carreira que mesmo aqueles que á partida não poderiam subir mais nada pela antiga carreira ainda poderão subir e ganhar mais uns bons belos euros, os quais por sua vez irão ter um grande impacto quando os colegas forem aposentados.
Uma única vez na vida vamos todos remar para o mesmo lado Srs. Enfermeiros. UNAM-SE, ASSOCIEM-SE, UNIFIQUEM-SE, REVOLTEM-SE contra o que nos têm feito. Deixem de se acobardar perante a pressão dos vossos chefes e dos vossos directores. ACREDITEM na nossa FORÇA pois todos unidos será impossível vencerem-nos. Eu acredito em vocês. Há por ai quem se ria de nós e diga que os enfermeiros são demasiado cobardes e medrosos para fazer uma coisa desta dimensão, mas seguidamente também dizem que se tivessem coragem para o fazer criariam imediatamente uma situação incontornável no país á qual o governo seria obrigado a ceder. Basta metade de nós ter coragem para o fazer. Mas eu acredito que serão todos a fazê-lo e não apenas metade. Façamos todos unidos, o 25 de Abril da Enfermagem.
É para uma GREVE POR TEMPO INDETERMINADO que eu apelo a todos os enfermeiros. Até aqui apenas têm sido feitas greves politicas da função pública e da frente comum dos sindicatos, ou seja, no final de contas apenas temos feito greves em proveito de outras classes profissionais. Agora greves exclusivas da classe de enfermagem quantas foram feitas na última década meus amigos? Nem vê-las e é por isso que este país nos tem torturado constantemente. Portanto está encontrada a solução para o problema da enfermagem e a um pequeno passo de ser posta em prática, mas para isso necessito da colaboração e união de todos vocês!
Para já peço-vos apenas que se quiserem fazer alguma coisa pelo vosso futuro, caso estejam interessados em travar esta batalha e a fazer parte daqueles que iram mudar historicamente a enfermagem neste país, enviem um e-mail para o seguinte endereço
lutarpelaenfermagem@hotmail.com
No assunto devem colocar a palavra ‘Sim’ e no corpo da mensagem ‘Sim pela Enfermagem’.
Após terem respondido peço-vos que reencaminhem o e-mail para todos os enfermeiros no activo vossos conhecidos, mas apenas para os enfermeiros. Divulguem esta mensagem pois dela depende o futuro de todos nós. É possível que recebam o mesmo e-mail de vários amigos, mas por favor respondam apenas uma única vez para o e-mail acima dado.
Em função do número total de e-mails recebidos informar-vos-ei um a um da exequibilidade da greve para a qual vos apelo, dar-vos-ei a conhecer a carreira pela qual iremos fazer greve e informar-vos-ei do dia em que essa greve se iniciará. Claro que nessa altura haverá um sindicato que trabalhará em parceria para tratar de legalizar a respectiva greve apenas para que tudo seja feito legalmente.
Com muita pena minha, pelo facto de vivermos num país que está novamente a ficar ditatorial e com alguns traços de Salazarismo no qual a liberdade de expressão por vezes é aniquilada não assino esta mensagem.
Um grande abraço para todos vocês.
Adorei este Blog, coloquei o link em minha página, se quiseres linkar o meu tbem, ficarei grata.
Parabéns!
Obrigada enfermeira Vera, pela visita e PARABÉNS pela especialidade de SMO!
Equipa de Enferm@gem Pedi@tric@
Olá Caro Colega Marcos, também estamos interessadas em saber o que aconteceu com a referida associação. Prometemos que iremos investigar e responderemos assim que soubermos de alguma coisa, okey?
Da Equipa de Enferm@gem Pedi@tric@
Olá Marcia Heloisa, próximo iremos linkar o seu, que nos parece interessante, Obrigado pela visita e = parabéns pelo seu blog.
Equipa de Enferm@gem Pedi@tric@