
Com a vossa ajuda a minha família conseguiu reunir o valor necessário para a minha terceira estadia em Cuba. Parti ontem, com a minha avó.Agradeço muito a todos os que me ajudaram e continuam a ajudar a amealhar dinheiro para os próximos ciclos.
à semelhança das duas vezes anteriores. a partir de agora existirá uma área no meu site (’Diário de Cuba’) onde a minha família irá escrever todas as novidades.Muito obrigada!
Carolina Lucas e Família
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Ajudem o JP.
MUITO OBRIGADA.
Já vamos a quase metade do percurso. Vamos conseguir!(11/06/2009)
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Da Carolina (enviado por e-mail)
Da Equipa do Enfer@gem Pedi@tric@
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SER CRIANÇA É…
Com olhos de cristal,
A alma pura,
O coração aberto
E o sonho ali tão perto…
E querer o Sol, a Lua,
Galopar nas nuvens
Até além, onde o azul desagua,
Falar com as estrelas
E querer conhecê-las,
Bordar o céu com fantasia,
Brincar na lonjura da praia,
Cheirar a maresia.
As pedras de calçada,
Saltar os muros,
Fugir à desfilada,
Chapinhar na água,
Sujar sapatilhas e calções,
Ouvir “sermões”
E ficar sem mágoa.
Sorrir, cantar, assobiar,
Pensar as brincadeiras,
Às vezes, fazer asneiras,
Correr até à exaustão,
Escorregar, cair no chão,
Levantar e continuar.
Ser criança é…
Estudar,
Mas também brincar,
Aprender a crescer, a viver, a pensar,
Mas também ensinar.
Ser criança é…
Olhar o mundo com esperança,
Querer ser bailarina, bombeiro,
Aviador, polícia, marinheiro,
Sem qualquer hesitação,
Com alegria e confiança.
É sonhar,
Fazer castelos no ar
E acreditar que amanhã
O Sol voltará a brilhar
E o mundo será seu…
Lídia Valadares, Leitura – Práticas Sedutoras, Ed. Gailivro
Da Equipa do Enferm@gem Pedi@tric@
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O Dia Internacional das Crianças Desaparecidas teve origem no facto de, no dia 25 de Maio de 1979, uma criança de 6 anos, Etan Patz, ter sido raptada em Nova York e desaparecido. Nos anos que se seguiram, várias organizações começaram a assinalar esta data mas foi só em 1983 que o Presidente dos EUA declarou o 25 de Maio como o dia dedicado às Crianças Desaparecidas.
Três anos mais tarde, em 1986, esta data conheceu a dimensão internacional.
Na Europa, foi em 2002 que este dia foi assinalado pela Child Focus, ONG parceira Belga, como uma experiência piloto, sob o patronato da Rainha Belga. Em 2003, as iniciativas fizeram-se sentir na França, Holanda, Reino Unido (onde se dedica todo o mês à problemática dos desaparecidos), República Checa, Polónia, Alemanha e Bélgica.
A partir de hoje, no Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, entra em funcionamento um número telefónico único europeu para estes casos: 116000
Com este número, os pais podem enunciar o desaparecimento de um filho, e essencialmente a própria criança pode utilizá-lo para pedir apoio se for caso disso.
O Instituto de Apoio à Criança (IAC) luta há anos por este dia, que fará a diferença na luta contra o pior de todos os pesadelos de uma família.
Segundo o IAC “Todos os dias centenas de crianças desaparecem na Europa e em todo o mundo. Algumas nunca são encontradas, mas felizmente a grande maioria das crianças acabam por ser localizadas dentro das primeiras 24 horas do seu desaparecimento, graças ao árduo trabalho de vários profissionais”.
Este número de telefone é lançado, em simultâneo em todo o espaço europeu. Portugal está entre os dez estados-membros da UE que se associaram a esta decisão, sendo os outros a Bélgica, a Eslováquia, a França, a Grécia, a Holanda, a Hungria, a Itália, a Polónia, e a Roménia.

26 crianças e jovens sem rasto
por LICÍNIO LIMA
“Em Portugal desaparecem, em média, dois menores por dia. Hoje lança-se o novo número de telefone de alerta: 116 000.
Em Portugal desaparecem todos os dias, em média, pelo menos duas crianças ou jovens até aos 18 anos. A maioria é recuperada. Mas sem paradeiro certo encontram-se ainda 26, que a Polícia Judiciária (PJ) acredita encontrar a qualquer momento.
Em 2008, desapareceram 148 crianças, dos zero aos 12 anos. Destas, encontram-se duas ainda sem paradeiro certo. Dos 13 aos 18 anos, foram 526, estando também dois adolescentes por recuperar. Este ano, até Abril, só na região de Lisboa, desapareceram 24, dos zero aos 12 anos, todos já recuperados. Na mesma região e no mesmo período, registaram-se 304 casos, dos 13 aos 18 anos, estando 22 ainda desaparecidos. Neste momento, as autoridades procuram o paradeiro de, pelo menos, 26 crianças e jovens, mantendo em memória os enigmáticos casos Maddie, a criança inglesa desaparecida em 2007, e Rui Pedro, em 1998.
Este dois casos estremeceram o país, mas são raros. A maior parte dos desaparecimentos ocorre em instituições de acolhimento, em que 80% são reincidentes”.
1ª Blogagem Colectiva em Defesa da Infância
2ª Blogagem Colectiva em Defesa da Infância
Equipa do Enferm@gem Pedi@tric@
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Dias 18 e 25 de maio:
Segunda Blogagem Colectiva “Em Defesa Da Infância” 2009

A idéia surgiu em 1998 quando cerca de 80 entidades públicas e privadas, reuniram-se na Bahia para o 1º Encontro do Ecpat no Brasil. Organizado pelo CEDECA/BA, representante oficial da organização internacional que luta pelo fim da exploração sexual e comercial de crianças, pornografia e tráfico para fins sexuais, surgida na Tailândia, o evento reuniu entidades de todo o país.
Foi nesse encontro que surgiu a idéia de criação de um Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual Infanto-Juvenil.
Foi escolhido o 18 de maio em homenagem à menina Araceli. Raptada em 18 de maio de 1973, Araceli Cabrera Sanches, então com oito anos, foi drogada, espancada, violada e assasinada por membros de uma tradicional família capixaba.
Muita gente acompanhou o desenrolar do caso, desde o momento em que Araceli entrou no carro dos assassinos até o aparecimento de seu corpo, desfigurado pelo ácido, em uma movimentada rua da cidade de Vitória.
Poucos, infelizmente, foram capazes de denunciar o acontecido.

Dicas a pais e professores para o uso seguro da Internet:
Abuso sexual infantil
Define-se geralmente abuso sexual infantil como qualquer comportamento sexual inadequado com uma criança por parte de um adulto ou outra criança mais velha (jovem), no sentido de obrigar ou persuadir a mesma a realizá-lo, violando os princípios sociais atribuídos essencialmente aos papéis familiares.
Pode manifestar-se por penetração anal ou vaginal, contacto oral-genital, roçar os genitais (adulto) com a criança, quaisquer toques nos genitais da criança ou induzir na criança o toque de genitais de outrém.
Seja qual for o número de abusos sexuais em crianças que se observa nas estatísticas, e que não são poucos (o abuso sexual de crianças é três vezes mais comum do que os maus tratos físicos, sendo que 85% dos violadores são membros da família ou amigos da criança, revela a Associação de Mulheres contra a Violência) devemos ter em conta que, de facto, esse número pode ser bem maior.
A maioria dos casos de abuso sexual não é imediatamente detectada, tendo em vista que as crianças têm medo de dizer a alguém o que se passou com elas, por vergonha ou porque têm medo de sofrer futuras represálias por parte da entidade violadora.
Os danos – emocional e psicológico – a longo prazo, ocasionados por essas experiências podem ser devastadores, senão vejamos o alerta deste pequeno vídeo, cuja mensagem permite interpretar que nem a doença de Alzheimer conseguiu apagar essas lembranças traumáticas:
Equipa do Enferm@gem Pedi@tric@
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Ontem foi o
Dia Internacional da Família
Que tempo dedicam os pais aos filhos? Há duas respostas.
A que é dada nas aldeias do interior. E a da grande cidade.

“(…) O tamanho médio das famílias tem vindo a diminuir em todo o mundo, os jovens casam-se cada vez mais tarde, aumentou a idade média das mulheres ao nascimento do primeiro filho, a taxa de mortalidade infantil diminuiu e os casais têm cada vez menos filhos.
A grande família tradicional tem sido substituída pela família nuclear, apesar dos avós viverem mais anos e várias gerações de uma família conviverem lado a lado. Por outro lado, são cada vez mais comuns diferentes formas de união, tais como a união de facto ou os casamentos de trabalhadores migrantes que vivem em cidades ou países diferentes daqueles onde residem os seus cônjuges.
Aumentou o número de divórcios, um fenómeno que foi acompanhado do casamento em segundas núpcias, e são cada vez mais as crianças que vivem em famílias em que há um padrasto ou uma madrasta.
Surgiu também um considerável número de famílias monoparentais, bem como de agregados familiares constituídos por apenas um elemento e são cada vez mais as pessoas de idade que vivem sozinhas.
Além disso, a pandemia do HIV/AIDS (VIH/SIDA) tem enfraquecido a estrutura das famílias privando, frequentemente, os filhos dos pais e deixando-os ao cuidado dos avós.
Muitas destas transformações põem em causa a estrutura da sociedade tal como a conhecemos. Exigem que trabalhemos em conjunto para adaptar e definir as políticas de modo que tenham em consideração as necessidades das famílias, e garantam que serviços básicos como a educação e a saúde sejam prestados a todos os cidadãos, especialmente às crianças, independentemente da sua situação familiar.
Algumas das mudanças registadas na estrutura familiar geraram, igualmente, novas oportunidades, nomeadamente novas e mais amplas opções para as raparigas e as mulheres. Impulsionaram também os governos a desenvolver novas políticas, em colaboração com a sociedade civil. E, ao mesmo tempo que os países trabalham para integrar uma perspectiva familiar, no processo nacional de formulação de políticas, o sistema da ONU esforça-se por reflectir esta perspectiva no processo intergovernamental mundial.
Nesta época de mudança, devemos criar um ambiente que apoie as famílias, reforçando, ao mesmo tempo, as oportunidades de realização que uma vida familiar positiva proporciona.
Neste Dia Internacional da Família, dediquemo-nos uma vez mais a esta missão”.
parte da MENSAGEM DO SECRETÁRIO-GERAL DA ONU
KOFI ANNAN, no Dia Internacional da Família em 2006
http://www.portaldafamilia.org.br/scpainel/cart023.shtml
A Equipa do Enferm@gem Pedi@tric@
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Hoje, no dia 12 de maio, comemora-se mundialmente o Dia do(a) Enfermeiro(a), em referência à data de nascimento de uma enfermeira que se distinguiu no tratamento a feridos de guerra – Florence Nightingale.

Neste dia devem-se recordar outros contributos pioneiros para o desenvolvimento, a profissionalização e o humanismo na enfermagem, que têm sido “ignorados” pela história como é o caso, por exemplo, de Ethel Bedford Fenwick (1857-1947), Anna-Emilie Hamilton (França), Mary Adelaide Nutting , Lavinia L. Dock (América do Norte), Anna Néri (Brasil), Edith Louisa Cavell e Andrée De Jongh (Bélgica), entre outras.
Foram elas, entre outras, as inspiradoras dos movimentos associativos e humanistas mais fortes, que talharam os caminhos do reconhecimento e da ascensão profissional.
A história mais surpreendente é a de Andrée de Jongh , nascida na Bélgica (30 de Novenbro de 1916). Esta enfermeira (conhecida por Dedée) foi integrada na resistência belga e fundou, organizou e dirigiu a Rede Cometa que, desde Junho de 1940 a 1944, tratava da fuga dos soldados aliados durante a 2º Guerra Mundial.

Filha de um resistente, professor (Frédéric de Jonghe) e de uma enfermeira, posteriormente condenada à morte por um tribunal alemão (Edith Cavell) por ajudar na fuga de soldados britânicos durante a I Guerra Mundial.

Depois de ter sido libertada de um campo de concentração em 1945 foi trabalhar no Congo Belga e posteriormente na Etiópia, num hospital de leprosos.
Recebeu várias condecorações como a Medal of Freedom de Estados Unidos, e a George Medal em Inglaterra.
Em Bélgica recebeu o título de condesa e o grau de tenente coronel do exército.
A Equipa do Enferm@gem Pedi@tric@
Bibliografia:
NOGUEIRA, M. (1990) – História da Enfermagem, 2ª ed. Porto: Salesianas.SEYMER, L. R. (1989) _ Nightingale, Florence. In Collers’s Encyclopedia, Vol. 17. New Yor: Macmillan Educational Co.; Londond: P.F. Collier. 550B-551.
BlogVisãoEnfernal da Coisa – Conhecer o Passado
Blog Enfermeria Avanza (Espanhã).
Blog Corta-Fitas
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A adolescência tem sofrido oscilações de acordo com as transformações sociológicas, políticas, económicas e familiares que têm ocorrido na sociedade. Nas antigas sociedades o espaço de transição para a vida adulta consistia numa linha ténue marcada por rituais ou cerimoniais.
Somente há pouco tempo, nas sociedades industrializadas, é que os adultos iniciaram o reconhecimento das necessidades fisiológicas e psicológicas características dos jovens. A adolescência é pois a idade das mudanças (adolescere significa amadurecer, crescer em latim).

Actualmente como profissionais de enfermagem procuramos respostas para algumas interrogações, tais como:
- Que valor atribuem os jovens à sua sexualidade?
- Estarão os jovens actuais preparados e motivados para a responsabilização da sua própria séxualidade?
Na verdade, o valor que os jovens atribuem hoje à sua sexualidade está ainda muito dependente dos factores de socialização a que foram sujeitos, principalmente exercidos pela família, escola e pelo grupo de pares, embora também hajam jovens que a valorizam.
Contudo constata-se que, à medida que os tabus vão sendo desconstruídos, surgem mais oportunidades de falar abertamente da sexualidade aos jovens e com os jovens.

Ao não abordarem a temática da sexualidade com a naturalidade e respeito que lhe são devidos, os adultos (essencialmente pais, professores e técnicos de saúde) estarão a promover e a perpetuar a ignorância, com base na falta de informação, o preconceito, os estereótipos sociais e a disparidade social de que são vítimas, sobretudo os jovens portugueses.
A ignorância deve ser combatida a todo o custo: a do próprio jovem em relação ao seu corpo, à sua identidade e à do Outro; a ignorância dos limites que devem existir, do direito que cada ser humano, rapariga ou rapaz, tem de dizer sim ou não. Todos nós devemos ter o direito inalienável de saber mais sobre nós próprios (e do Outro) de nos descobrirmos, de nos questionarmos, de amarmos a nós próprios e ao Outro.

A educação sexual é pois fundamental.
A criação de um espaço seguro, de consciencialização dos afectos e dos medos próprios dos adolescentes, que atravessam um período de descobertas e experiências que, nalguns casos, os podem marcar para a toda a vida, espaço esse onde os jovens possam dialogar, esclarecer dúvidas e trocar ideias, sem medo de serem ridicularizados e/ou discriminados é deverás importante.
Daí existirem projectos, tanto em escolas como em centros de saúde virados para a criação desse espaço, que todos os Adultos devem apoiar.
Os Centros de Atendimento a Jovens foram criados para responder a situações que se prendem com o desenvolvimento pessoal dos adolescentes, nomeadamente ao nível:
* da saúde sexual e reprodutiva;
* do planeamento familiar;
* das doenças sexualmente transmissíveis;
*da prevenção do consumo de substâncias psico-activas e outros comportamentos de risco.
Estes Centros contam com o apoio de equipas interdisciplinares que promovem acções de:
* prevenção e informação
* aconselhamento
* apoio médico
* encaminhamento personalizado
Artigo de Margarida Pereira e Joana Santos
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